The Darkness II

1775185-dii_pc_dvd_fobPelos últimos oito meses, andei trabalhando numa loja de quadrinhos. Com a experiência, e os contatos com mais pessoas que gostam de quadrinhos, constatei que os fãs de quadrinhos cujas opiniões podem ser levadas em consideração tendem a não gostar dos anos 90, ou melhor, da representação da maioria dos quadrinhos daquela época. Isso se dá porquê foi a época da Image Comics, talvez mais reconhecida por Spawn. A Image é detestada, principalmente, por ter sido criada apenas por ilustradores, e estes conseguiam fazer personagens que eram estilosos e tinham um visual interessante, mas sem escritores para criar histórias para eles, lançavam dezenas de grupinhos de super-heróis ou revistas de anti-heróis, como o próprio Spawn, que não eram muito originais. De fato, nem mesmo muito bem escritas eram. A única preocupação era o visual.

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Retrospectiva 2012

É, meus amigos, mais um ano se passou, o mundo não se acabou, e como bom crítico de games, antes de iniciar as bebedeiras que irão terminar comigo deitado na grama de algum lugar, olhando pro céu e pensando em como talvez 2013 seja um ano menos horrível, eu devo eleger os games que marcaram 2012, tanto de maneira positiva quanto de maneira negativa.

Devo dizer que 2012 foi um ano fraco. Pouca coisa realmente despertou meu interesse, e o restante dos jogos mais badalados do ano eram os já rotineiros shooters militares que detesto. No entanto, esses que mereceram destaque fizeram por merecer, ou por tentar trazer algo novo e diferente aos games, ou por reviver gêneros que aparentemente estavam esquecidos e/ou não tinham popularidade suficiente para serem explorados.

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The Walking Dead

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Eu sei que é estranho pra maioria de vocês, e pode ser uma coisa muito “hipster” de se dizer, mas alguns de nós já conhecíamos filmes de zumbi antes de toda essa onda. Um dos mais famosos (e provavelmente o melhor) é o velho “Dawn of the Dead”, de 1978, dirigido por George Romero, o cara que praticamente inventou a noção moderna de zumbi. Naquela época não era só nojeira e ação: o mais importante era a crítica à sociedade que Romero mostrava, fazendo o filme se passar num shopping e exibindo os zumbis exatamente como a maioria de nós, consumidores que andam em volta de lojas sem o menor pensamento crítico sobre o que consomem.

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