Hotline Miami

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O tempo que fiquei jogando Dishonored produziu algumas anedotas curiosas. A que mais levou a reflexão foi a seguinte: minha sobrinha de 4 anos veio até meu quarto e ficou assistindo enquanto eu jogava, na época, em High Chaos. Quando eu matava algum guarda, ela me perguntava: “Tio, porquê você está matando as pessoas?”. Eu expliquei a historinha do jogo pra ela, mas ainda assim, encontrei muita dificuldade em explicar porque eu estava matando as pessoas, principalmente porque o Dishonored permitia que eu não matasse ninguém. Eu estava ESCOLHENDO matar todo mundo porque uma tela de loading me disse que o final do game mudaria. E no fim o final diferente nem foi tão legal assim.

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Dishonored

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Se eu pudesse escolher ter um poder só, eu escolheria ser invisível. Não sei dizer se essa é uma escolha comum. As pessoas geralmente querem voar, ou ter super força, ou ter o fator de cura do Wolverine. Mas eu gostaria de ser invisível, ou no máximo ter aquele poder da Mística, de transmutação, e poder me disfarçar com o rosto de quem eu quisesse. E digo o porquê: eu gosto da ideia de não ser percebido, especialmente nos games.

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Far Cry 3

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Alguém na Ubisoft andou lendo Alice no País das Maravilhas, não é?

Far Cry 3 abre com esta frase, tirada diretamente do livro (em inglês no game, obviamente): “No mesmo instante, Alice entrou atrás dele, sem pensar como faria para sair dali.” Ela também é encontrada no início de Assassin’s Creed III, da mesma empresa, no momento em que os heróis adentram a tumba central onde Desmond passará o game inteiro. Nos dois games, a metáfora e relação do mundo imaginário de Alice faz sentido. A diferença é que Far Cry 3 é bom, pelo menos em termos de jogabilidade. *momento controvérsia*

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