A importância do tom (e onde Arkham Knight falha)

Este post contém spoilers para os jogos Batman: Arkham Asylum, Batman: Arkham City e Batman: Arkham Knight.

Então, no ano passado, o lançamento de Batman: Arkham Knight finalizou uma das trilogias mais aclamadas de todos os tempos nos videogames. E, assim como boa parte das trilogias de super-heróis, foi uma terceira parte cheia de altos e baixos e que me deixou com um gosto ruim na boca. Mesmo assim, são jogos muito bem feitos, e a parte que eu gostava dos jogos anteriores ainda está em Arkham Knight. O problema é que a Rocksteady, por algum motivo, resolveu fazer uma mudança drástica na atmosfera e no conteúdo.

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Tomb Raider (2013)

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Ciclos. Uma rápida busca no Google me mostra que um zilhão de ciclos fazem parte da nossa vida, desde a biologia celular, passando pela história, até os pensamentos filosóficos. O Wikipédia me mostra uma dúzia de ciclos de combustão explicados pela física, por exemplo. Os games também têm seus ciclos. Continuar lendo

Assassin’s Creed Brotherhood

Ok, esse texto irá tratar de spoilers do Assassin’s Creed II. Se você ainda não terminou o Assassin’s Creed II… bom, primeiro, tá esperando o que? Eu já tô atrasado pra caralho fazendo um texto sobre o terceiro enquanto sai o quinto jogo da série. Mas tudo bem, vai lá jogar o II pelo menos, daí você não vai ver spoilers. Ou então feche seu navegador agora.

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Assassin’s Creed II

O site Mundo Canibal publicou uma minúscula série de vídeos chamada “Game Novela” por volta de 2008. O vídeo que se tornou mais famoso foi o do “Treco Narrando a Treta do Strit Fáiti”, mas o outro consistia num gameplay do primeiro Assassin’s Creed dublado com uma pequena historinha sobre o protagonista Altaïr perseguindo um tal de Paulão, que supostamente teria comido sua irmã. Muitas risadas foram dadas com esse vídeo. Imagine agora minha surpresa ao notar que uma das primeiras missões de Assassin’s Creed II era EXATAMENTE isso, o novo protagonista Ezio Auditore da Firenze indo atrás de um cara que traiu sua irmã. Ainda mais risadas foram proferidas.

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Diablo III

Ok, primeiro as coisas que vêm primeiro.

Apesar de todas as coisas horríveis que estou prestes a dizer, Diablo III provavelmente é um dos games mais divertidos que joguei em 2012. Fiquei viciado a ponto de gastar mais de 50 horas apenas levando uma Demon Hunter até o level 60 e chegando na dificuldade Inferno, além de arrumar um equipamento levemente decente pra ela. Então, se você estava com medo de que a Blizzard tinha perdido seu toque enquanto desenvolvedora de games, pode ficar tranquilo. Onde ela perdeu foi ao se tornar uma empresa de mercenários que só pensam em grana, porque isso é o que trouxe quase todos os problemas de Diablo III.

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