Tomb Raider (2013)

57408_4867448926853_1022246492_o

Ciclos. Uma rápida busca no Google me mostra que um zilhão de ciclos fazem parte da nossa vida, desde a biologia celular, passando pela história, até os pensamentos filosóficos. O Wikipédia me mostra uma dúzia de ciclos de combustão explicados pela física, por exemplo. Os games também têm seus ciclos. Continuar lendo

Dead Space 3

deadspace3_pcbox

Spoilers da franquia abaixo.

Sabe, acho engraçado que até hoje ninguém tentou fazer uma adaptação direta do filme “Aliens”, dirigido por James Cameron em 1986, para um game. Afinal de contas, que game, especialmente os de tiro em primeira pessoa, não tirou inspiração direta (vulgo copiou) de “Aliens”? Qualquer jogo que você tenha jogado que tenha o tal “Space Marine”, ou um fuzil de assalto com um lança-granadas embaixo, ou formas de vida que criem meleca na parede, ou que envolvam rastejas entre dutos de ventilação, ou que tenham um robô gigante para enfrentar um chefão. Vai lá, agora conta quantos jogos têm uma ou todas essas características. Boa sorte.

Continuar lendo

Spec Ops: The Line

Essa onda de jogos de tiro militares já me deu nos nervos. Não me entendam mal, eu adoro o Call of Duty 4: Modern Warfare, mas desde que ele foi feito, milhares de outros jogos idênticos a ele saem todos os anos, sem nenhuma inspiração ou inovação. Um Call of Duty todo ano, um Medal of Honor todo ano, um Battlefield todo ano. E considere por um momento como todos eles são sempre muito iguais. Todos eles precisam ter um momento “chocante” para criar controvérsia e fazer a galera reclamar sobre a violência dos games na TV e, consequentemente, vender mais cópias para os moleques de 12 anos. E esse momento chocante acabou se tornando sempre o mesmo: um ataque terrorista numa cidade grande, que geralmente acaba na morte de um dos personagens jogáveis. Quando você está esperando o momento chocante, ele deixa de ser chocante. Seria maior choque hoje em dia se um shooter militar não tivesse um desses momentos.

Continuar lendo