Multiplayer: porque não gosto (e um pouco sobre Star Wars Battlefront)

Então, passei o Natal (e provavelmente passarei a virada do ano também) jogando Star Wars Battlefront (o desse ano, não o de 2004). Yeap, o hype me pegou, tirei fotinhas com sabres de luz na Comic Con, e aí fiquei com vontade de continuar nele. O filme é bem legalzinho, vai lá assistir.

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I’m back!

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Yeah, I’m back!

Como parte das resoluções de ano novo, resolvi deixar a preguiça e procrastinação de lado e voltar a escrever sobre games. Para tal, estou ressuscitando o velho blog, que não era atualizado há quase dois anos, porque gosto do nome que tinha arrumado pra ele (relacionado a Silent Hill 2, pra quem ainda não sabe) e pensar em um novo iria demorar demais.

Agora, eu sei que eu estava começando a fazer conteúdo em vídeo no ano passado, e que a galera não gosta/não tem mais paciência pra ler. Infelizmente, conteúdo em vídeo também é muito mais difícil de produzir regularmente e com qualidade, além de eu me dar muito melhor com a escrita do que com a fala e de não gostar do som da minha própria voz. Então texto será.

A proposta da ressurreição do blog, no entanto, será um pouquinho diferente. Antigamente, eu pretendia fazer resenhas de games: hoje aquele formato já não me dá mais tanta inspiração assim. Então a ideia é fazer um post regular (semanalmente é a ideia original, pode ser que mude conforme o tempo) sobre qualquer coisa que eu estiver fazendo e estiver em minha mente sobre o mundo dos games no momento. Com isso, quero entrar mais em questões de design, narrativa, e outras discussões que estejam em falta quando falamos em videogames. E talvez também postar outras paradas criativas de vez em quando, porque isso aqui é meu e eu posto o que diabos eu quiser.

Enquanto um post novinho em folha não fica pronto (soon enough, jovem Padawan, não se preocupe) recomendo que a galera dê uma lida nas matérias antigas, mantendo em mente que a pessoa que eu era há dois anos não é exatamente a mesma que sou hoje. Tenho orgulho de algumas daquelas resenhas, já em outras eu tenho uma opinião diferente (sobre Bioshock Infinite especialmente, mas quem sabe um dia entro nos detalhes problemáticos dele). De qualquer maneira, eles ficarão ali como parte do processo evolutivo.

Se você se interessar pela discussão, por favor, deixe um comentário com seu feedback construtivo e continue acompanhando. Talvez nós aprendamos algo.

Call of Duty: Ghosts

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Call of Duty: Black Ops foi o jogo da franquia que me fez perceber o quanto esses jogos de tiro militares estavam ficando cada vez mais chatos, e uma das principais críticas que fiz foi que Black Ops falhava em ser o jogo que seu próprio título dava a entender que seria. Quando penso em “Black Ops”, penso em missões de espionagem, penso em agentes trocando informações secretas em becos escuros, e penso em coisas que poderiam ser negadas pelos governos envolvidos. A última coisa que penso é em invadir Cuba com um esquadrão de três soldados e dar um tiro na cara de Fidel Castro, e isso acontece logo na primeira missão.

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Outlast

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YES! O terror voltou!

Deixe-me esclarecer: jogos de horror andaram em baixa nos últimos tempos. Ou melhor, todos os jogos de horror esqueceram do que significa ser um jogo de horror. Silent Hill, minha franquia favorita, se vê perdida tentando incorporar mais elementos de ação e tentando deixar o combate mais satisfatório. Resident Evil, que Deus o tenha, afundou de vez com o sexto capítulo, tentando ser quatro jogos diferentes e falhando em ser todos eles. Outras franquias desapareceram, como Fatal Frame, Siren e Haunting Ground. O único lugar onde poucos jogos de terror ainda estavam fazendo certo sucesso é no círculo independente, onde Slender tomou de assalto os virais do Youtube e transformou sustos em moda.

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Far Cry 3: Blood Dragon

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Em que época bizarra estamos vivendo hoje em dia, não? A década de 2010 (e até certo ponto a de 2000 também) é um tempo que não tem nenhuma identidade cultural. Até mesmo a década de 90, insossa como foi, tinha seus ídolos e suas características. Hoje em dia a molecada tem que vestir o suéter do avô e dizer que é “vintage”. E juntamente com essa falta de identidade, também vêm as “homenagens”.

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Bioshock Infinite

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E se eu tivesse jogado o Super Mario World, lá em 1994, e não tivesse curtido? Eu não estaria aqui, escrevendo esse post. Também seria uma pessoa muito mais infeliz, eu acho. Mas essas são apenas especulações. Eu poderia muito bem ter descoberto os games de outro jeito, ou teria me dado muito melhor em matemática e continuado minha carreira de programador, ou teria me dedicado a treinar e jogar basquete.

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Tomb Raider (2013)

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Ciclos. Uma rápida busca no Google me mostra que um zilhão de ciclos fazem parte da nossa vida, desde a biologia celular, passando pela história, até os pensamentos filosóficos. O Wikipédia me mostra uma dúzia de ciclos de combustão explicados pela física, por exemplo. Os games também têm seus ciclos. Continuar lendo