Multiplayer: porque não gosto (e um pouco sobre Star Wars Battlefront)

Então, passei o Natal (e provavelmente passarei a virada do ano também) jogando Star Wars Battlefront (o desse ano, não o de 2004). Yeap, o hype me pegou, tirei fotinhas com sabres de luz na Comic Con, e aí fiquei com vontade de continuar nele. O filme é bem legalzinho, vai lá assistir.

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Call of Duty: Ghosts

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Call of Duty: Black Ops foi o jogo da franquia que me fez perceber o quanto esses jogos de tiro militares estavam ficando cada vez mais chatos, e uma das principais críticas que fiz foi que Black Ops falhava em ser o jogo que seu próprio título dava a entender que seria. Quando penso em “Black Ops”, penso em missões de espionagem, penso em agentes trocando informações secretas em becos escuros, e penso em coisas que poderiam ser negadas pelos governos envolvidos. A última coisa que penso é em invadir Cuba com um esquadrão de três soldados e dar um tiro na cara de Fidel Castro, e isso acontece logo na primeira missão.

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Retrospectiva – Call of Duty: Black Ops (ou porquê detesto shooters militares)

Call of Duty: Black Ops 2 é o jogo mais pré-vendido da história. Em um único dia, houve maior número de pré-vendas do que os totais de vendagem de seu predecessor, e considerando que este vendeu 13,7 milhões de cópias apenas nos Estados Unidos, é um número bem bruto. Portanto, como “homenagem”, resolvi fazer um post explicando por que Call of Duty: Black Ops me fez perder toda a vontade de jogar esse tipo de game.

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