As qualidades de um bom “stealth game”

Um dia eu escrevi em um dos meus textos (a resenha do Dishonored, que você pode ler neste mesmo endereço eletrônico) que a fantasia de poder do ninja era muito mais atraente para mim do que as fantasias de machão comuns que os jogos normalmente oferecem. Quero dizer, não me levem a mal, eu acho Doom um dos melhores jogos de tiro já feitos, mas a ideia de ser invisível fala muito mais diretamente comigo, e infiltrar um local sem ninguém me ver requer um pouco mais de raciocínio do que simplesmente apertar um botão até toda a matéria orgânica que estiver na sala se fundir com a parede.

sniper

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Dishonored

dishonored5.11.12cover

Se eu pudesse escolher ter um poder só, eu escolheria ser invisível. Não sei dizer se essa é uma escolha comum. As pessoas geralmente querem voar, ou ter super força, ou ter o fator de cura do Wolverine. Mas eu gostaria de ser invisível, ou no máximo ter aquele poder da Mística, de transmutação, e poder me disfarçar com o rosto de quem eu quisesse. E digo o porquê: eu gosto da ideia de não ser percebido, especialmente nos games.

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Retrospectiva 2012

É, meus amigos, mais um ano se passou, o mundo não se acabou, e como bom crítico de games, antes de iniciar as bebedeiras que irão terminar comigo deitado na grama de algum lugar, olhando pro céu e pensando em como talvez 2013 seja um ano menos horrível, eu devo eleger os games que marcaram 2012, tanto de maneira positiva quanto de maneira negativa.

Devo dizer que 2012 foi um ano fraco. Pouca coisa realmente despertou meu interesse, e o restante dos jogos mais badalados do ano eram os já rotineiros shooters militares que detesto. No entanto, esses que mereceram destaque fizeram por merecer, ou por tentar trazer algo novo e diferente aos games, ou por reviver gêneros que aparentemente estavam esquecidos e/ou não tinham popularidade suficiente para serem explorados.

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