Shovel Knight: Vendendo nostalgia

Eu nasci em 1989, ano este que, para a história dos videogames, foi um período de transição entre a terceira e a quarta gerações de consoles. O Sega Genesis estava fazendo sua estreia nos EUA, e vindo pra cá pela sua alcunha japonesa, o Mega Drive. Ainda assim, o dominante NES (Nintendo Entertainment System) ainda não havia morrido, e jogos como Mega Man 2 e Dragon Quest ainda eram lançados por aqui. É mais ou menos comparável a como 2014 foi, um ano em que o Playstation 4 e o Xbox One começavam a ter títulos, mas tínhamos versões “last-gen” deles.

O Mega Man original era assim. Note como a pedra na mão do chefão não tá renderizada direito

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Hotline Miami

Hotline-Miami-Vita

O tempo que fiquei jogando Dishonored produziu algumas anedotas curiosas. A que mais levou a reflexão foi a seguinte: minha sobrinha de 4 anos veio até meu quarto e ficou assistindo enquanto eu jogava, na época, em High Chaos. Quando eu matava algum guarda, ela me perguntava: “Tio, porquê você está matando as pessoas?”. Eu expliquei a historinha do jogo pra ela, mas ainda assim, encontrei muita dificuldade em explicar porque eu estava matando as pessoas, principalmente porque o Dishonored permitia que eu não matasse ninguém. Eu estava ESCOLHENDO matar todo mundo porque uma tela de loading me disse que o final do game mudaria. E no fim o final diferente nem foi tão legal assim.

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